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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Coloca o óculos que vamos ler um texto (de um arquivo)

Muita gente que já programou em outras linguagens, se apaixonou por Python por muitos motivos, mas um deles é a facilidade com que se constrói as coisas. Um bom exemplo disso é o próprio "Hello world". Veja só:

C#:

// A Hello World! program in C#. using System; namespace HelloWorld { class Hello { static void Main() { Console.WriteLine("Hello World!"); // Keep the console window open in debug mode. Console.WriteLine("Press any key to exit."); Console.ReadKey(); } } }
Java:
public class HelloWorld

{
public static void main (String[] args)
{ // Prints "Hello, World" to the terminal window. System.out.println("Hello, World");
}
}

Cobol:
IDENTIFICATION DIVISION.
PROGRAM-ID. HELLO-WORLD.
* simple hello world program
PROCEDURE DIVISION.
    DISPLAY 'Hello world!'.
    STOP RUN.
Delphi:
program HelloWorld;
{$APPTYPE CONSOLE}
begin
WriteLn('Hello World');
end.
Python: print("Goodbye, World!") Pois bem... O que muita gente que programa em Python não sabe é que o que é simples pode ficar ainda mais simples! Vamos a alguns exemplos: Temos esse lindo laço de repetição chamado for: listinha = [] for quadrado in range(10): listinha.append(quadrado**2) print(listinha) Bem... Essa foi fácil né? Mas vamos dar uma melhorada nisso: listinha = list(map(lambda x: x**2, range(10))) print(listinha) Uai! Que coisa massa, hein?? Mas não para por aí! Vamos remelhorar! listinha = [x**2 for x in range(10)] print(listinha) Nossa!!! Tô mais bobo que o Kuririn quando o Vegeta se transformou em Super Sayajin! Resultado de imagem para kuririn Muito legal né? Agora vamos ver outra bruxaria do Python. Vamos criar duplas de números onde os algarismos não se repitam entre si, usando duas listas: duplinha = [] for x in [1,2,3]: for y in [3,1,4]: if x!=y: duplinha.append((x,y)) print(duplinha) Aplicando a magia: duplinha = [(x, y) for x in [1,2,3] for y in [3,1,4] if x != y] print(duplinha) Sensacional né? Esse tio Python é mais inacrebelieveble que a vassoura de aço!!! Imagem relacionada Agora a saideira: vamos fazer uma matriz transposta: matrix = [ [1, 2, 3, 4], [5, 6, 7, 8], [9, 10, 11, 12], ] transposta = [[row[i] for row in matrix] for i in range(4)] print(transposta) QUE COISA MAIS LINDA DE DEUS!!! Imagem relacionada O nome dessa mágica é LIST COMPREHENTION. Vale a pena pesquisar sobre. Inclusive, temos esse belo vídeo do mestre da vida Edu Mendes:

terça-feira, 21 de abril de 2015

IDEs PARA PYTHON

Bem pessoal, meu grande mestre sr. Marcelo Barros me disse há uns dois anos, que já percorreu várias IDEs e que não adianta, a melhor é a IDLE que já vem com o Python na instalação.
A vantagem aqui é que ele é nativo e, portanto, não precisa preocupar com configurações chatas e importar bibliotecas e tal...
A desvantagem é que não tem nada de debug, não tem ferramentas de links ou referências, etc. Outro problema é que se for trabalhar com o TKInter, a biblioteca gráfica do Python, o IDLE dá problema, pois ele próprio foi feito usando o TKInter.
Mas em compensação você tem um interação com o Shell e pode manipular as variáveis com os valores armazenados logo após da execução.



Na época, eu para testar este ensinamento, encontrei uma outra IDE chamada SCITE que serve pra outras linguagens como Pearl, LUA, Ruby, etc. Eu gosto dele pelo simples fato de ele mostrar o numero das linhas, coisa que o IDLE não faz. Isso é muito útil quando o Python retorna aquele lindo erro na linha ## e você tem que localizar a linha ou ficar contando.
Mas o ruim é que não tem o shell do Python pra você "brincar" e testar possibilidades.


Conheço desenvolvedores, como o meu amigo Frederico Martins, que utilizam o bom e velho Eclipse com o PyDev. Há também a possibilidade de utilizar o NetBeans. Este eu tentei mas logo desisti porque ele é muito difícil de configurar e entender o que ele quer da vida... Pra quem já está habituado a usar o NetBeans para Java, pode ser que entenda melhor. Se fizer muita questão, devem haver tutoriais pra isso no YouTube e/ou Google.

Agora, o descobrimento das Américas para mim, foi o mais lindo do mundo chamado PyCharm (eu sei que o nome é meio estranho, mas não fui eu quem batizou as Américas também), foi uma indicação do sr. Pedro Santos e foi um alívio para nós.



Me perdoem a gíria, mas esse é CABULOSO!

Tem debugger, tem shell do Python, tem até um MSDOS, também conhecido como CMD ou Terminal de Comandos.
Enfim. Nem tenho como enumerar as vantagens de se usar o PyCharm. Digamos que comparando os demais com ele seria comparar o Yajirobe com o Kakaroto.

Mestre Marcelo! Tenho certeza que você não tinha me dito do PyCharm na época pelo meu melhor aprendizado! Muito obrigado!